À medida que 2025 se aproxima do fim, empresas de todos os portes enfrentam um desafio decisivo: garantir que seu portfólio imobiliário e suas operações estejam totalmente regularizados. Nesse contexto, a due diligence anual tornou-se um pilar essencial de governança corporativa, além de ser fundamental para a mitigação de riscos e previsibilidade operacional.

Por outro lado, um um cenário no qual mudanças regulatórias são constantes e a fiscalização se intensifica, realizar uma auditoria completa de due diligence antes da virada do ano deixou de ser opcional e tornou-se estratégico para a regularização e legalização de imóveis.
Por que a Due Diligence Anual é indispensável?
Em outras palavras, a auditoria anual de licenças e documentos é o único momento em que a empresa consegue ter uma visão consolidada e confiável sobre:
- Primeiramente, riscos regulatórios iminentes (licenças vencidas, protocolos parados, condicionantes não atendidas);
- Em segundo lugar, custos ocultos que podem surgir sem aviso prévio no início do ano;
- Além disso, aderência às diretrizes de governança, compliance e ESG;
- Da mesma forma, impacto no funcionamento das unidades, prevenindo interdições e notificações;
- Por fim, planejamento orçamentário para renovações e regularizações de 2026.
O Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC destaca que sistemas eficazes de auditoria, controles internos e gestão de riscos são pilares essenciais para a integridade organizacional e o cumprimento das obrigações regulatórias.
Como resultado, empresas que negligenciam a due diligence anual acabam entrando no novo ciclo com um “passivo silencioso”, que normalmente aparece na pior hora: em uma fiscalização, auditoria interna ou abertura de nova unidade.

Os 5 Pilares da Due Diligence Anual
A seguir, o checklist essencial para garantir total governança:
1. Mapeamento Completo das Licenças por Unidade
O primeiro passo da due diligence anual é a consolidação de todas as licenças obrigatórias:
- Alvará de Funcionamento;
- AVCB/CLCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros);
- Licença Sanitária;
- Licença Ambiental (quando aplicável);
- Documentos territoriais;
- Laudos técnicos complementares;
- Protocolos de renovação vigentes.
Sendo assim, esse inventário precisa estar centralizado, atualizado e auditável para uma governança corporativa eficiente. Conheça como a gestão de portfólios imobiliários pode otimizar esse processo.
2. Identificação dos Riscos Imediatos
Após mapear, é hora de avaliar durante a due diligence anual:
- Licenças vencidas ou perto do vencimento;
- Processos parados ou pendentes de cumprimento;
- Unidades em situação de alto risco regulatório;
- Divergências entre operação real e documentos existentes.
Contudo, nessa fase, governança significa priorização: o que precisa ser resolvido antes da virada do ano? O que demanda intervenção até o primeiro trimestre de 2026?
3. Revisão de Condicionantes e Protocolos
Muitas empresas mantêm protocolos abertos, mas esquecem das condicionantes que exigem ações contínuas na due diligence anual, como:
- Renovação de laudos;
- Execução de adequações;
- Entrega de relatórios periódicos;
- Atualização de ARTs;
- Manutenções previstas por norma.
Portanto, essas pendências são as maiores responsáveis por indeferimentos no início do ano. Entenda melhor sobre regularização e segurança operacional.
4. Projeção Orçamentária para 2026
Igualmente importante, a due diligence anual deve sempre gerar um plano de investimento baseado em:
- Renovação obrigatória das licenças;
- Intervenções estruturais necessárias;
- Regularizações de itens críticos;
- Custos de engenharia, protocolos e vistorias.
Com isso, a empresa evita surpresas financeiras e consegue distribuir o esforço ao longo do ano através de um planejamento estratégico eficiente.
5. Implementação de Tecnologia para Governança Contínua
Sem dúvida, sem a tecnologia, a gestão de licenças se torna reativa, descentralizada e frágil. Sistemas como o PropertyDocs permitem:
- Centralização de documentos;
- Linha do tempo de cada licença;
- Atualizações automáticas de status;
- Alertas de vencimento;
- Indicadores para diretoria;
- Histórico auditável.
Isso transforma governança corporativa em uma prática contínua e não apenas um esforço tenso de fim de ano. Descubra como a tecnologia 3D pode auxiliar na gestão imobiliária.

O Impacto Direto na Governança Corporativa
Em síntese, a due diligence anual não é apenas uma obrigação operacional, é uma ferramenta de governança corporativa que fortalece:
- Compliance regulatório;
- Transparência nas informações;
- Segurança jurídica;
- Tomada de decisão baseada em dados
- Padronização entre unidades;
- Rastreabilidade total dos processos.
Como resultado, empresas que tratam legalização como parte da estratégia e não como um problema reduzem riscos, economizam recursos e elevam seu nível de maturidade operacional.
Conclusão: 2026 Começa Agora
Em conclusão, encerrar 2025 com governança em dia passa pela execução de uma due diligence anual completa, com visão estratégica e foco em riscos reais.
Portanto, a pergunta que fica é: Se sua empresa fosse fiscalizada amanhã, estaria pronta?
Finalmente, se a resposta não for um “sim” absoluto, dezembro é o momento ideal para corrigir rotas, estruturar processos e garantir que o novo ciclo comece já com a casa em ordem.
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